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A PALAVRA DO PRESIDENTE – JULHO DE 2013

 
JULHO DE 2013

O PPR é nosso! Vamos brigar por ele e cumprir nossa missão!

O tema não é novo, mas nem por isso menos grave e preocupante para a Categoria Telefônica. É o PPR, os programas de participação nos lucros, direito conquistado pelos trabalhadores e pelos Sintteis do Brasil e que – agora – é alvo de ataques e riscos de extinção pelas empresas operadoras e suas prestadoras de serviços.

O PPR foi uma ferramenta criada e viabilizada entre nós, negociada com muita garra e aceita pelas empresas, como uma forma de minimizar um pouco os efeitos do continuo achatamento salarial dos trabalhadores do Setor, depois da do advento da privatização, desde 1998. A partir do PPR recuperou-se em parte o poder de compra dos salários e, muitas vezes, é a saída para os empregados equilibrarem – de alguma forma – suas contas domésticas.

Mas, parece que as empresas resolveram escolher os PPR’s como alvo para “realinhar” mais lucros, usando o bolso da Categoria, mais uma vez. Assim, o PPR, desde o ano passado, começa a enfrentar dificuldades na sua manutenção, nas negociações e nos critérios – nada civilizados – que querem restabelecer os gestores das peradoras, incluindo as terceirizadas.

Tivemos uma péssima experiência no início do ano com o PPR da RM Telecom, o qual foi olimpicamente negado, de forma unilateral, sem que as devidas explicações desse entendimento sobre outro desfalque nas finanças do trabalhador.

Na Oi, não foi diferente. O PPR encontrou imensa barreira em relação ao Placar, apresentando características de que o movimento sindical dos telefônicos terá que redobrar forças para defender este direito duramente conquistado. Todo tipo de argumento foi utilizado para evitar o pagamento, até a troca de gestores, cancelamento de reuniões e desencontros inexplicáveis.

Tem sido assim com significativa parcela das negociações que temos feito ao longo dos últimos meses.

Esta posição – que nos parece muito definida – das empresas em exterminar este direito não será aceita, de forma alguma, pelos dirigentes do Sinttel-SC e pela Categoria em Santa Catarina.

Se pensam que a estratégia de tratar as negociações de acordos coletivos na esfera nacional de forma precária, será usada como balizamento para acordos e entendimentos estaduais, estão muito enganados!

Não aceitamos esta intromissão e, muito menos, qualquer tipo de negociação que se tente com pseudo-representantes para negociações entre empresas e empregados. Estamos muito atentos e vamos nos posicionar, no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas, para defender nossas posições que foram e continuarão sendo em defesa dos direitos dos trabalhadores telefônicos.

Da sua trincheira, a direção do Sinttel-SC, com a Categoria Telefônica unida, vai cumprir com a sua obrigação e seguir sua luta histórica de estar sempre ao lado dos trabalhadores.

Nada nos afastará desta missão!

SERGIO DOMINGUES DA SILVA
Presidente do Sinttel-SC

 

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