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GVT – MOBILIZAÇÃO NACIONAL AJUDA A ABRIR NOVA AGENDA DE NEGOCIAÇÃO COM OS PATRÕES!

Acordo Coletivo não vai ser no grito!

A mobilização nacional nas portas da GVT em todo país no último dia 24 de outubro, DIA NACIONAL DE LUTA, ajudou muito a reabrir o processo de negociação entre a Comissão/Fenattel – da qual faz parte o Sinttel-SC, com os representantes da GVT.

A Categoria mandou um forte recado para que a Empresa respeite os trabalhadores e suas Entidades Sindicais para viabilizar o Acordo Coletivo de Trabalho. Assim, uma nova rodada está marcada para dia 8 de novembro próximo.

VAMOS VER SE AGORA É PRA VALER!

A reunião servirá para se tentar – mais uma vez – obter respostas e e resolver em mesa de negociação, com base em uma diálogo sério os seguintes temas:

– A Empresa continua com a prática de pagar menos do que as prestadoras. Isso precisa mudar de uma vez por todas!

– A GVT continua a criar obstáculos à livre sindicalização e à participação nos sindicatos. A Fenattel vai levar esta denúncia à UNI (INTERNACIONAL) com repercussão direta na Vivendi/França, se a direção da GVT não der um basta às atitudes contra sindicais.

AS PENDÊNCIAS DA GVT COM OS TRABALHADORES PARA O ACORDO COLETIVO:

• Definição em mesa de negociação do percentual do aumento real;

• Pisos salariais de operadora não podem ser menores que as terceirizadas;

• Regras claras do PIV;

• Fim da proporcionalidade salarial;

• Reajustar os valores de aluguel de veículos;

• Pagamento de vale-refeição por 90 dias para quem estiver em licença médica;

• Reajuste do VA/VR acima do reajuste salarial por causa da defasagem do poder de compra deles;

• Pagamento de vale refeição para os acidentados pelo tempo que durar o afastamento;

• Licença Maternidade de 6 meses;

Esperamos uma atitude prática diferente por parte da empresa, para que esse processo termine bem.

Outras Categorias conquistam em media 8% de aumento no segundo semestre!

A maioria dos trabalhadores vem conquistando aumentos salariais de 8%, em média, desde maio/2013.

Isso significa que além de uma reposição da inflação (do poder de compra dos salários), as empresas são pressionadas a conceder aumentos reais de salários.

Em alguns setores o desempenho das empresas é invejável, como bancos, telecomunicações e dados, serviços, comércio e setor metalúrgico. Neste cenário, não há razão para as empresas do setor de telecomunicações não pagarem salários justos, com aumento real de salários e benefícios.

A Comissão/Fenattel, Sinttel-SC e a Categoria não aceitam esse tipo de pressão de desrespeito.

VEJA COMO FORAM AS REPOSIÇÕES EM OUTRAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS:

– Construção Civil (maio 2013): 8,99%

– Químico/Farmacêuticas: 8,5% (setembro)

– Químico/Industriais de base: 8%

– Bancários – com greve de 23 dias 8%

– Metalúrgicos/SP e unificados: 8%, mais um abono de 22% em duas vezes.

A conclusão é que os patrões do Setor de Telecomunicações, também, tem de fazer a sua lição de casa bem feita e vir à mesa de negociação com respeito e bom senso para viabilizar um Acordo Coletivo de Trabalho decente com os Trabalhadores Telefônicos.

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