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DEPTO JURÍDICO
EM AÇÃO!
Sinttel-SC
vai buscar
dinheiro retido no IR!
Todos os trabalhadores, que nos últimos dez anos, venderam 10
dias de suas férias, e que tiveram descontados sobre estes valores o
Imposto de Renda, agora, poderão buscar na Justiça a devolução deste
desconto, retido indevidamente pela Receita Federal.
Também têm direito todos aqueles que tiveram retenção de Imposto
nas suas rescisões contratuais, por ocasião de demissão, incentivada
ou não.
Portanto, muita atenção! Todos aqueles que foram desligados das
empresas, nos últimos dez anos, terão direito de reaver parte dos
valores que foram pagos.
Para que você se habilite a reclamar e a receber estes valores
retidos indevidamente, você deverá procurar na Administração Central
da Telesc, os diretores do Sindicato, que possuem a lista da
documentação necessária para a elaboração da ação judicial que será
ajuizada. Procure pelos seguintes diretores:
l ADMA BOING (CNGR) 231-2489
lPAULO
ELIAS RODRIGUES (CNGR) 231-2283
lLEOMAR
CORRÊA DE SOUZA (PI) 231-2499
lPEDRO
RODRIGUES FERREIRA (RPR) 231-2809
lFRANCISCO
DE ASSIS MARTINS (TI) 231-2726
Em todas as cidades do interior os trabalhadores deverão procurar
os diretores do Sinttel-SC ou os delegados sindicais, em seus locais
de trabalho, para a obtenção das informações e relação dos
documentos necessários.
Se houver qualquer dificuldade na procura dos diretores ou
dúvidas sobre o assunto, o trabalhador deverá entrar em contato, em
breve, com a Assessoria Jurídica do Sinttell-SC, contratada para
atender os assuntos previdenciários, através dos profissionais da
Passos de Almeida & Silva, nos plantões mantidos diariamente, no
período da tarde, na sede do Sindicato, em Florianópolis, com
exceção das quintas-feiras.
O trabalhador ainda poderá fazer contato no telefone 48-222-2471
- Sinttel-SC ou 48-225-2628, na Av. Rio Branco, nº 380, Sala 201,
Ed. Barra Sul, Centro, em Florianópolis, CEP 88015-200.
Lembre-se! Este direito retroage aos últimos dez anos, portanto,
a cada dia que passa, este direito estará prescrevendo. Por isso,
devemos agilizar a documentação, a fim de ninguém perder este
direito. Ele abrange todos o trabalhadores telefônicos de Santa
Catarina que tiveram descontos do Imposto de Renda, conforme as
orientações dadas neste boletim.
DINHEIRO NA MÃO
No último dia 30 de
abril, o Sinttel-SC obteve mais uma vitória na Justiça, através de
uma ação trabalhista, movida pelo nosso Departamento Jurídico,
através do Dr. Kim Apa, que reclamava contra a Telesc o devido
pagamento de sobreaviso, horas extras, descanso semanal e adicional
de periculosidade.
No total, 38 companheiros foram beneficiados com a ação ganha,
somando uma valor de mais de 240 mil reais pagos pela Empresa.
É assim que se faz. Categoria unida em torno do Sinttel-SC e o
Departamento Jurídico de prontidão em defesa de nossos direitos!

A Teleperformance permanece com estratégia
terrorista sobre seus empregados, arrochando e precarizando as
condições de trabalho e dos salários, além de descumprir o Acordo
Coletivo de Trabalho, com relação ao pagamento da PPR e da
implantação do Plano de Cargos e Carreira.
Como já denunciamos em boletins passados, a mais nova forma de
enrolar e não decidir nada, criada pela Teleperformance, é a
instituição de uma comissão tripartite (Empresa, Empregado e
Sinttel-SC), para definição do Programa de Participação nos Lucros
e/ou Resultados.
O Sindicato não aceita comissão nenhuma para discutir estes
assuntos, já que a Cláusula 41ª do nosso Acordo, em plena vigência,
já estabelece todos os critérios a serem respeitados, por isso,
entendemos que "comissão" só serve para enrolar. Nada mais!
Se isso não bastasse, a Teleperformance vem aplicando a mais
cruel política de arrocho no seu quadro de empregado, aumentando o
trabalho com a manutenção dos salários de fome. Só no mês de abril,
a Empresa demitiu mais de 50 trabalhadores, substituindo os
companheiros mais antigos, os que construíram o call center,
colocando pessoal com salários mais baixos.
Hoje, a Teleperformance paga, em Santa Catarina, o salário mais
baixo do Brasil, entre os estados onde opera. É por esta razão que o
call center do Rio Grande do Sul foi fechado e transferidas muitas
de suas posições para Santa Catarina. Aqui, o custo da mão-de-obra é
mais baixo.
Essa exploração precisa acabar! O posicionamento equivocado da
Empresa, inclusive, deverá provocar reflexos na Brasil Telecom. Por
isso, o Sinttel-SC está de olho em todas as movimentações da
Teleperformance e exigirá que se tenha mais respeito com os
trabalhadores.

Em contato mantido com o representando do Departamento de Recursos
Humanos da Brasil Telecom, no início deste mês de maio, a direção do
Sinttel-SC cobrou uma maior agilidade na retomada das negociações
para o pagamento da PPR de 2003 e a sua antecipação. Este assunto já
deveria estar resolvido no mês de março e, até agora, está sem
solução.
Neste contato com o RH, a Empresa assegura que ainda neste mês de
maio, o Conselho de Administração se pronunciará a respeito do
PPR/2003 e sobre a data de pagamento da antecipação.

Foi assinado no último dia 8 de maio o primeiro Acordo Coletivo de
Trabalho, entre Sinttel-SC e a Koerich Telecomunicações.
Depois de muitas rodadas de negociação, a Categoria aprovou por
maioria absoluta a proposta da Empresa, a qual foi bastante
melhorada ao longo do processo negocial.
Além disso, o Sindicato está acompanhando atentamente toda a
transição vivida pelos trabalhadores que eram da Construtel e nossos
associados e que, agora, estão na Koerich, com a desativação da
Construtel. A estes companheiros, o Sinttel-SC continuará dando
total cobertura na defesa de seus direitos.

A minuta da proposta da Empresa foi entregue ao Sinttel-SC no último
dia 8 de maio. O Sindicato está realizando as assembléias com a
Categoria em todo o Estado, para discussão e encaminhamento do
Acordo Coletivo de Trabalho.
Se os companheiros aprovarem a proposta da Empresa, é bem
provável que até esta sexta-feira, dia 16 de maio, o ACT deve ser
assinado entre o Sinttel-SC e a Integração.

A Empresa ainda não apresentou nenhum direcionamento sobre os
critérios e o pagamento da PPR de 2003. Continuamos aguardando uma
sinalização da Tim, mas já sabemos que há uma predisposição de se
encaminhar ma negociação de forma centralizada, no Rio de Janeiro.
No entanto, nada de concreto nos foi enviado. Até quando??!!

Em função da fusão ocorrida na Empresa
(GLOBAL/VIVO), já fizemos os contatos iniciais para a definição da
PPR de 2003. A Empresa ainda não se posicionou sobre a matéria,
entretanto, já se sabe que as negociações também devem ocorrer em
caráter nacional, centralizada.

No último dia 26 de abril estivemos uma
rodada de negociações com os representantes da GVT acerca do
pagamento da PPR de 2003. A Empresa resiste em fazer o pagamento de
uma antecipação.
Os Sindicatos de Telefônicos presentes no encontro (Santa
Catarina, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul), mantiveram a
reivindicação. A GVT ficou de voltar a conversar com os dirigentes
sindicais nos próximos dias, mas, até agora, nenhuma sinalização foi
dada. Estamos insistindo com a Empresa a retomada das negociações.
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