
PROPOSTA
APRESENTADA:
Desse
jeito, não!
VALORIZAÇÃO
DO PODER DE COMPRA, JÁ!
Na segunda rodada de negociações para o Acordo Coletivo de
Trabalho deste ano, a Teleperformance provocou um retrocesso
intolerável na sua política salarial.
A Empresa ofereceu reajuste de apenas 5% nos salários (o que
não atinge nem o índice do Dieese, no período, que foi de
6,6%). Além disso, quer manter o valor do tíquete
alimentação.
O Sinttel-SC considerou a proposta inviável e espera que a
Empresa reveja suas posições.
OBJETIVO
É NIVELAR POR BAIXO
O Sindicato considera que a Teleperformance - que se
uniu recentemente a outra empresa do ramo, a CBCC, vem
desenvolvendo claramente uma estratégia de rebaixamento dos
tíquetes de seus funcionários, para equiparar aos da CBCC, o
que não será tolerado pelos trabalhadores.
NEGOCIAÇÕES
VISAM
ENFRAQUECER OS SINDICATOS
Além disso, a Empresa mudou sua estratégia de
negociação, que vinha sendo feita, até agora, de forma
unificada em todo o País, e passou a tratar do assunto em
negociações regionais, com o objetivo de enfraquecer os
Sindicatos.
O Sinttel-SC alerta que está mantendo troca de informações
com todos os Sindicatos sobre as negociações da
Teleperformance, com o objetivo de evitar que essa política
prejudique os trabalhadores.
EMPREGADOS
FAZEM A SUA PARTE
A Empresa é uma das que mais tem lucrado no Brasil
com os serviços de "call center" e a cada dia vem
ampliando o seu mercado.
Seus sites de atendimento têm atingido altos níveis de
produtividade, graças ao empenho dos trabalhadores brasileiros,
que não medem sacrifícios para atingir as metas apresentadas
pela Empresa.
ABUSOS
PODEM PROVOCAR IMPASSE
Os abusos que a Empresa vem cometendo contra seus
funcionários, que vão desde a sobrecarga de trabalho, até o
pouco caso com relação aos programas como a Participação nos
Resultados (PPR), Plano de Carreira e outros, estão tornando o
clima entre os trabalhadores cada vez mais incontrolável. Tal
situação não interessa a ninguém, na medida em que as
conseqüências desta posição pouco sensível da Empresa,
provocarão reações da Categoria e do Sindicato - os quais
não medirão esforços para defender os direitos do
trabalhador.
O Sinttel-SC está aguardando uma nova proposta da Empresa e
alerta que não admitiremos discutir índices de reajuste que
não reponham o poder de compra do trabalhador.
Confira a proposta da
Empresa:
l
Tíquete unificado para todos os funcionários, a partir de 1º de setembro,
pagas inclusive para férias e maternidade.
l Carga Horária de 6 horas R$ 5,00
l Carga Horária de 08 horas R$ 8,00
l
Abono de R$ 120,00 pagos em 2 parcelas iguais de R$ 60,00.
l
Reajuste de 5% para todos, a partir de 1. novembro, ou alternativamente:
>> Pago retroativo a agosto sem discussão de abonos,
>> Pago retroativo a setembro com um abono de R$ 40,00
l
Auxílio Creche: no valor de R$ 140,00 sem a restrição da portaria Mte e
com ampliação para 30 meses, além da manutenção dos ex-empregados
da BRT descritos no Atual Acordo.
l
Manutenção das condições de assistência médica para os ex-BRT.
l
Auxílio Funeral para R$ 2.000,00, com a condição de levar este auxílio
para o seguro de vida na próxima negociação.
l
Liberação de dois representantes sindicais às expensas da empresa, com
escolha bilateral (empresa/sindicato).
l
Pagamento da PPR ano base 2004, para pagamento até 31/01/2005( que vai de
R$ 40,00 até 240,00), com formação de uma comissão de
Representantes para avaliar os indicadores e pesquisar a curva deste
destes indicadores nos últimos 12 meses. Estes índices, comporão a
negociação nacional do PPR logo após o fechamento do Acordo.
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