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Nas assembléias de aprovação de pauta
que realizamos com os companheiros empregados nas prestadoras de
serviços em todo o Estado, infelizmente, o que mais se evidenciou
foi o sentimento de frustração, para não falar de revolta.
Este sentimento tem um endereço
certo: a precariedade das condições de trabalho e a péssima
remuneração percebida pela Categoria. Por esta razão, a
expectativa quanto aos resultados das negociações com as empresas,
visando os próximos Acordos Coletivos de Trabalho se constitui, com
certeza, numa tábua de salvação que poderá levar nossos
companheiros a um porto mais seguro, conforme for o curso das
rodadas de negociação que irão começar.
É claro que se tivermos frustrada
esta expectativa, já podemos antever tempos muito difíceis para
todos os trabalhadores, para o Sinttel-SC e empresas prestadoras e
tomadoras de serviços no setor.
É fundamental que as partes
envolvidas, direta ou indiretamente, unam seus esforços para tomar
medidas capazes de prevenir e evitar conseqüências que,
certamente, não serão de agrado de ninguém.
Somado ao quadro de insatisfações
salariais, ficamos preocupados com as relações conflituosas, ainda
hoje, existentes entre trabalhadores e algumas chefias, que insistem
em tratar de forma desumana e desrespeitosa os colaboradores das
empresas.
Em algumas localidades por onde
passamos, por ocasião das assembléias com a Categoria, sentimos
que este problema de relacionamento permanece caótico e ainda sem
nenhuma solução final, exigindo dos responsáveis maiores das
empresas uma ação enérgica e imediata.
Por fim, queremos registrar o alto
grau de interesse e mobilização que colhemos junto a todos os
colegas pelo Estado, nestes primeiros passos da Campanha
Salarial.
Confiamos neste estado de alerta e
unidade entre trabalhadores e Sindicato, instrumentos
indispensáveis para nós, dirigentes sindicais, na mesa de
negociação para obter o melhor acordo possível. Continuemos
assim, até a vitória!
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"Somado
ao quadro de insatisfações salariais, ficamos preocupados
com as relações conflituosas, ainda hoje, existentes entre
trabalhadores e algumas chefias, que insistem em tratar de
forma desumana e desrespeitosa os colaboradores das
empresas."
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