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Fevereiro de 2001

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Sinttel-SC mais forte!
O setor de telecomunicações vive uma nova turbulência com a realização de leilões para exploração das bandas C, D, e E. As empresas que buscam, com avidez, abocanhar a maior fatia possível do novo mercado de telefonia móvel que se abre.
A verdadeira revolução no mapa das telecomunicações no país acontece num rítimo alucinante. Em menos de três anos de privatização das telecomunicações em nosso país, percebemos a readequação do quadro das empresas operadoras, com a compra/venda de grande parte das operadoras de celular, além da aquisição de companhias de telefonia fixa, que atuavam de maneira independente.
A TIM, operadora de celular na Região Sul foi adquirida em 100 % pela TIM italiana, além de já haver comprado parte da Maxitel, outra operadora móvel. No início do ano a Global Telecom foi incorporada pela Portugal Telecom Móvel, em parceria com a Telefônica de Espanha.
Por tudo isso, vemos a necessidade do fortalecimento dos sindicatos telefônicos para garantir as vantagens, benefícios e, principalmente, os salários e empregos dos trabalhadores do nosso setor.
Não existe mais a mínima chance de, individualmente, o trabalhador negociar seu contrato de trabalho e garantir a aplicação dos acordos coletivos. Nestas mega-operadoras o trabalhador se transformou em mais um número dentro da organização.
A filiação à entidade sindical, deixa de ser uma opção pessoal e passa a ser uma necessidade básica dos trabalhadores, como única forma de assegurar a defesa dos direitos, sem exposição individual dos trabalhadores nas reinvindicações ou questionamentos diante da empresa.
Por esta razão, a partir de agora, estaremos visitando as unidades de produção das empresas localizadas em nosso estado, fazendo a filiação dos trabalhadores, com o sentido de trazer para nosso convívio social e sindical o conjunto da categoria, tornando viável a atividade permanente de negociação e reivindicação do Sinttel-SC e garantindo, efetivamente, uma defesa permanente dos direitos, salários e empregos dos telefônicos de nosso estado.
"O sindicato é, mais do que nunca, a única forma do trabalhador se defender"