Correm
rumores nos corredores a Telesc Brasil Telecom, mais um daqueles que
começa com muito terrorismo e depois vira uma dura realidade de
desmonte da Telesc.
Muito provavelmente, a partir de abril, a Empresa irá terceirizar o
o seu pessoal de planta interna, àqueles últimos remanescentes da
antiga Telesc, que ainda desempenham suas atividades na manutenção
dos equipamentos internos da Empresa.
O mais cruel nesta terceirização, razão pela qual ela é
acionada, é a contratação de trabalhadores, muitas vezes, os
mesmos que foram demitidos, através de contratos draconianos, que
retiram os antigos direitos que os trabalhadores telefônicos
consquistaram ao longo de sua história em Santa Catarina. Estes
contratos, como já vem acontecendo em outras terceirizações em
andamento, eliminam os tíquetes, a assistência médica, e o amparo
previdenciário da Fundação. Mas, vão mais além. Os tais
contratos terceirizados pagam salários ridículos que constam em
carteira e a instituição do "por fora", complementa a
miséria oferecida pela Empresa. É a fórmula perfeita para quem
apenas enxerga no trabalhador como uma ferramenta de obter lucros
fáceis, ou seja, explora mão de obra barata, corta direitos e
benefícios e "dribla" os direitos trabalhistas em
vigência na CLT.
Esta situação inaceitável precisa ter um fim! O trabalhador não
pode mais sustentar a ciranda de estratosféricos lucros da Empresa,
abaixo de baixos salários e arrocho total sobre o quadro de
pessoal.
Mais do que o Sindicato, a Federação e demais entidades sindicais,
precisam se erguer contra estes senhores feudais que se instalaram
nas empresas de telecomunicações. A sociedade catarinense, que
perdeu poder político, poder aquisitivo, com o esvaziamento e
sangria de impostos para outros estados, quando da transferência
das operadoras, não pode mais, apenas, observar o que está
acontecendo.
Não há mais como suportar tanta maldade e uma política de
lesa-pátria!
A resposta pode tardar, mas virá! |
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"Já
praticaram todo tipo de golpe contra os empregados. O novo
alvo, agora, é a terceirização da planta interna, com
precarização vertical de direitos e benefícios dos
trabalhadores."
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